CNA discute situação da vacina de brucelose no Brasil
A Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu, na quinta (27), para discutir a falta de vacinas contra a brucelose – doença contagiosa que ataca diversos animais, em especial bovinos e bubalinos.
Diante da falta dos produtos no mercado, diversos estados estão com dificuldade de cumprir o calendário de vacinação e solicitam prorrogação do prazo da campanha.
Na reunião, o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) apresentou as ações das empresas fabricantes de vacinas contra a brucelose, tanto a B-19 como a RB-51, para ampliar a disponibilidade de doses após intercorrências no fornecimento em 2023.
Segundo o Sindan, houve uma readequação e investimentos na produção das vacinas e o período atual é de recuperação de estoques. O Sindicato trabalha com o prazo até final de julho para estabilização do fornecimento e estima até final de agosto para que os produtores tenham vacinado seus rebanhos.
Para o segundo semestre, o cenário conservador de disponibilização de doses demonstra a recomposição de estoques na cadeia de distribuição, possibilitando um cenário de normalidade em 2025.
A Comissão também discutiu a importância de o país avançar com a criação de um banco nacional de vacinas contra a febre aftosa, além de compor o Banco Regional de Antígenos (Banvaco).
Os participantes também foram atualizados sobre as discussões do GT de rastreabilidade individual de bovinos e bubalinos do Ministério da Agricultura.
0 comentário
Carne bovina do Brasil tem outros destinos para driblar cota da China, diz Abrafrigo
Novos recursos para o programa de recuperação sustentável das pastagens com o Renova Pasto do Rabobank
Fluxo firme de exportações, carne valorizada no mercado interno e redução na oferta de animais motivam alta da arroba do boi
Capim híbrido mais eficiente nas áreas de semiárido do Brasil, com resistência ao clima e alto valor nutricional
Cenário positivo para arroba do boi conta com demanda exportadora forte, mercado interno com carne valorizada e redução gradativa dos abates
Países mais exigentes em qualidade da carne estimulam frigoríficos a usar tecnologia para medir teor de gordura