Instituto CNA debate fortalecimento das Indicações Geográficas
O Instituto CNA participou, na sexta (29), de um painel durante o “Origens Brasileiras – VI Evento Internacional de Indicações Geográficas e Marcas Coletivas” realizado pelo Sebrae, em São Paulo.
A programação do evento contou com painéis e palestras sobre conteúdos técnicos e boas práticas de gestão, fortalecendo o papel das IGs e Marcas Coletivas (MC) no desenvolvimento de territórios e na formulação de políticas públicas.
A assessora técnica do ICNA Marina Zimmermann palestrou no painel técnico sobre “Indicações Geográficas: estruturação, fortalecimento e perspectivas para 2025”, que teve a moderação de Hulda Giesbrecht (Sebrae) e participação de Schmuell Lopes (INPI) e Mariano Ponferrada (EUIPO).
Em sua fala, Marina Zimmermann citou a Plataforma de Controle, Gestão e Rastreabilidade das Indicações Geográficas (IGs) de Café lançada recentemente pelo Instituto, Sebrae e Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e desenvolvido pela empresa Agtrace Rastreabilidade Agrícola.
Marina falou sobre o processo de construção da plataforma, que teve a contribuição de representantes de diversas regiões com IGs. “Além de disponibilizar a ferramenta, o ICNA tem recebido e organizado demandas das regiões e discutido com diversos atores do Sistema CNA/Senar para tornar o tema mais acessível aos produtores”.
A assessora destacou o curso de Indicação Geográfica, lançado pelo Senar PLay. O curso é gratuito, possui certificado e tem carga horária de 3 horas. O conteúdo inclui conceito de IG; processo de solicitação de uma IG e ferramentas disponíveis para garantir a autenticidade e a excelência dos produtos. Saiba mais: https://ead.senar.org.br/cursos/indicacao-geografica
“O Senar possui uma capilaridade muito grande. Atualmente são atendidas mais de 30 cadeias produtivas. Então esse curso é importante para produtores, técnicos e trabalhadores rurais entenderem o que é uma IG, sua relevância e até se uma região está propícia ao desenvolvimento de forma diferenciada ou os produtores possam se organizar e criar uma Marca Coletiva (MC)”, explicou.
Durante sua exposição, Marina Zimmermann informou que o Instituto CNA espera continuar trabalhando na estruturação de novas IGs de cafés e ampliar a parceria com o Sebrae e a ABDI para estender a plataforma para queijo e mel.
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