Soja segue trabalhando em campo positivo na Bolsa de Chicago, com contrato julho ainda nos US$ 11/bu
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O mercado da soja dá sequência às altas na Bolsa de Chicago nesta quarta-feira (5), porém, com ganhos mais limitados na manhã de hoje. Os principais vencimentos, por volta de 7h15 (horário de Brasília), subiam entre 2 e 2,50 pontos, com o maio valendo US$ 10,90 e o julho, US$ 11,02 por bushel. No complexo soja, baixas no óleo, estabilidade para o farelo. Já entre os grãos, mais ganhos se observam tanto no milho, quanto no trigo, ambos trazendo suporte à oleaginosa.
Os preços têm avançado também de olho nas condições de clima da América do Sul. As previsões seguem apontando para muito calor e quase nenhuma chuva para o Rio Grande do Sul e Argentina, efeitos de uma nova onda de calor que deve acometer as regiões. Assim, as expectativas seguem sobre os novos cortes que podem sofrer as colheitas tanto do Brasil, quanto da Argentina, principalmente pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) em seu novo boletim mensal de oferta e demanda que chega na próxima semana.
No paralelo, olhos sobre Donald Trump e suas tarifas. As relações comerciais com a China se desalinharam com taxas impostas pelos EUA no sábado (1) e já retaliadas pela nação asiática na terça-feira (4), dando início a uma nova fase da guerra comercial. E assim, os traders buscam agora entender como os mercados continuarão reagindo a este cenário.
Ainda complementando o quadro da soja, as baixas recentes do dólar - frente, principalmente ao real que ontem perdeu os R$ 5,80 - também atuam como combustível para os preços da soja em Chicago.
Veja como fechou o mercado nesta terça-feira:
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