Açúcar bruto sobe na ICE, preços do café recuam
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NOVA YORK (Reuters) - Os contratos futuros do açúcar bruto subiram nesta quarta-feira, apoiados pelo clima seco no Brasil e pelas perspectivas de produção mais fracas na Índia e na Tailândia, enquanto os preços do café caíram.
AÇÚCAR
* Os contratos futuros do açúcar bruto fecharam em alta de 0,19 centavo, ou 1%, a 18,86 centavos de dólar por libra-peso.
* Os comerciantes disseram que havia poucos sinais de novas vendas de exportação da Índia, apesar de ainda não terem preenchido a cota de um milhão de toneladas para ajudar as usinas a exportar os estoques excedentes.
* As usinas indianas têm contratos para exportar 600.000 toneladas métricas de açúcar no ano comercial de 2024/25, que termina em setembro, mas estão relutantes em assinar novos acordos de exportação, já que os preços locais aumentaram.
* Na quarta-feira, a StoneX previu que a produção de açúcar no Centro-Sul do Brasil totalizaria 41,7 milhões de toneladas em 2025/26, praticamente em linha com o consenso de 41,6 milhões em uma pesquisa da Reuters divulgada no mês passado. A Datagro estimou a produção em 42,35 milhões de toneladas.
* O açúcar branco subiu 1,7%, a US$ 533,20 a tonelada métrica.
CACAU
* O cacau em Nova York fechou em alta de US$53, ou 0,6%, para US$ 8.355 a tonelada.
* Os comerciantes disseram que o mercado não apresentou uma tendência geral clara nos últimos dias, com o suporte surgindo sempre que os preços caem abaixo de US$8.000.
* No entanto, uma perspectiva melhor para a safra deste ano na Costa do Marfim, o maior produtor, ajudou a limitar o escopo de qualquer recuperação dos preços após uma queda acentuada no mês passado.
* O cacau em Londres subiu 1,3%, para 6.489 libras por tonelada.
CAFÉ
* O café arábica fechou em queda de 7 centavos, ou 1,8%, a US$3,8675 por libra-peso.
* Os negociantes disseram que o mercado foi pressionado por preocupações de que um aumento acentuado nos preços no ano passado estivesse corroendo a demanda.
* O IBGE afirmou na quarta-feira que os preços do café torrado e moído nos supermercados aumentaram 68% desde o início de 2024. O Brasil é o segundo maior consumidor da bebida.
* O café robusta caiu 0,8%, a US$5.508 a tonelada.
(Reportagem de Nigel Hunt e Marcelo Teixeira)
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