Preços do açúcar caem novamente com impacto da guerra comercial entre EUA e China
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Os preços do açúcar fecharam mais uma vez com variações negativas nas bolsas de Nova Iorque e Londres, nesta segunda-feira (7). Os futuros no mercado internacional têm sido impactados pela guerra comercial entre Estados Unidos e China, após anúncios de aumento de tarifas de importação por ambos países.
Segundo Arnaldo Luiz Correa, diretor da Archer Consulting, o ambiente macroeconômico, com a guerra comercial entre Estados Unidos e China, continua a ofuscar os fundamentos específicos do açúcar. “Esse cenário de tensão tende a impactar negativamente o sentimento dos mercados, inclusive o do açúcar, que é naturalmente sensível a movimentos econômicos mais amplos”.
Para ele, essa pressão internacional pode abrir uma janela de oportunidade para compradores que ainda precisam fixar preços, especialmente diante da possibilidade de recuperação das cotações assim que os fundamentos voltarem ao centro das atenções.
O Barchart aponta nesta segunda-feira que “os temores da guerra comercial global provocaram uma debandada nos mercados de ações e desencadearam um sentimento de aversão ao risco nos mercados de ativos, reduzindo os preços do açúcar”. Além disso, o site internacional destaca que os preços do petróleo, mais uma vez em queda, são outro que pressiona negativamente as cotações do adoçante no mercado internacional.
Em Nova Iorque, o contrato maio/25 teve queda de 0,16 cents (0,85%) e terminou o dia cotado em 18,68 cents/lbp. O julho/25 perdeu 0,19 cents (1,02%) e fechou com preço de 18,49 cents/lbp. O outubro/25 caiu 0,23 cents (1,22%) e foi a 18,62 cents/lbp. O março/26 encerrou a sessão negociado em 18,97 cents/lbp, recuo de 0,23 cents (1,20%).
Em Londres, o contrato maio/25 fechou em US$ 533,90/tonelada, baixa de 440 pontos (0,825%). O agosto/25 caiu 580 pontos (1,10%) e passou a valer US$ 521,00/tonelada. O outubro/25 teve redução de 550 pontos (1,05%) e foi a US$ 516,80/tonelada. O dezembro/25 recuou 500 pontos (0,96%) e encerrou a sessão negociado em US$ 514,70/tonelada.
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