CRV Industrial projeta crescimento expressivo para a próxima safra
A CRV Industrial, unidade de Capinópolis (MG), projeta uma safra promissora para 2025, impulsionada pela expansão da área cultivada e pelo aumento da capacidade industrial.
Com o crescimento das lavouras, a expectativa é processar mais de 2 milhões de toneladas de cana-de-açúcar — um aumento de 13,6% em relação à safra anterior. Esse avanço reflete os investimentos em tecnologia, as condições climáticas favoráveis, o aprimoramento da gestão agrícola e a dedicação da equipe.
Segundo o gestor agrícola Vital Neto, a empresa segue em ritmo acelerado de expansão:
“Estamos finalizando o plantio de mais de 5 mil hectares e, com a continuidade da expansão, devemos ultrapassar esse número nas próximas safras.”
Para o ciclo 2025/26, a otimização da fábrica de açúcar permitirá um rendimento ainda maior, com um mix mais açucareiro, o que manterá a produção em alta. A previsão é de 120 mil toneladas de açúcar, um crescimento de 16,7% em relação à safra anterior.
Já a produção de etanol deve se manter estável, com estimativa de 75 milhões de litros, com foco principal no etanol hidratado.
“Temos um plano estratégico robusto para garantir um crescimento sustentável e eficiente. Nossas projeções são extremamente positivas e demonstram a força da CRV no setor”, destaca o gerente industrial Ludeir Júnior.
Com perspectivas otimistas, a CRV Minas segue consolidando sua posição de destaque, contribuindo para o desenvolvimento regional e para o avanço da produção sucroenergética no Brasil.
0 comentário
Feplana cobra avanço da LOA e alerta para crise na cana em PE
Açúcar fecha em queda nesta 5ªfeira nas principais bolsas pressionado por produção na Índia
Antes de deixar Meio Ambiente, Marina Silva afirma que biocombustíveis são alternativa diante do conflito no Oriente Médio
Índia tem segundo déficit de açúcar consecutivo com fechamento antecipado de usinas
Setor sucroenergético avalia efeitos da Reforma Tributária sobre insumos, produção e comercialização
Cana Summit debate futuro da canavicultura com foco em mercado, etanol e geopolítica