Mercado cafeeiro continua apreensivo e trabalhava com fortes ganhos na manhã desta 2ª feira (28)
![]()
Os preços do café trabalhava com fortes ganhos na manhã desta segunda-feira (28). Segundo o analista de mercado da Archer Consulting, Marcelo Moreira, o mercado continua apreensivo com a recente guerra tarifaria entre os EUA e Brasil. Dia 01 de agosto está chegando e, por enquanto, a nova tarifa dos 50% deverá mesmo ser implementada contra o Brasil.
De acordo com boletim do Escritório Carvalhaes, a colheita da nova safra brasileira 2025/2026 avança rapidamente (já passou dos 70%), e os números das duas colheitas estão confirmando as previsões de agrônomos e cafeicultores: uma safra maior para o conilon, quando comparada à de 2024, e a de arábica menor que a safra anterior. "Os fundamentos permanecem os mesmos: estoques historicamente baixos, tanto nos países produtores como nos países consumidores, clima irregular e equilíbrio precário entre produção e consumo mundial", completou o documento.
Perto das 9h (horário de Brasília), o arábica trabalhava com ganho de 490 pontos no valor de 302,45 cents/lbp no vencimento de setembro/25, um aumento de 505 pontos negociado por 295,50 cents/lbp no de dezembro/25, e uma alta de 535 pontos no valor de 288,90 cents/lbp no de março/26.
O robusta registrava alta de US$ 101 no valor de US$ 3,329/tonelada no contrato de setembro/25, um avanço de US$ 86 no valor de US$ 3,282/tonelada no de novembro/25, e uma valorização de US$ 80 cotado por US$ 3,255/tonelada no de janeiro/26.
0 comentário
Cafeicultura movimenta mais de R$ 3 bilhões em defensivos na safra 2025-26, com alta de 22% e recorde histórico
Fórum Café e Clima debate impactos das condições meteorológicas na área da Cooxupé
Café abre a terça-feira(21) com arábica em alta e robusta próximo da estabilidade
Café fecha em alta nas bolsas com mercado ainda sustentado por atraso da safra brasileira
Colheita de café supera metade do previsto na área de atuação da Expocacer
Café amplia ganhos em Nova York com atraso da colheita no Brasil; robusta opera perto da estabilidade