Açúcar inicia semana em queda com pressão da oferta
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Os preços do açúcar caíram novamente nesta segunda-feira (22), reforçando a pressão negativa das perspectivas de oferta sobre as cotações nas bolsas internacionais.
Em Nova Iorque, o contrato outubro/25 recuou 21 pontos, cotado a 15,25 cents/lbp (-1,36%). O março/26 caiu 23 pontos, para 15,91 cents/lbp (-1,43%). O maio/26 perdeu 17 pontos, encerrando em 15,55 cents/lbp (-1,08%), enquanto o outubro/26 fechou a 15,69 cents/lbp, em queda de 12 pontos (-0,76%).
Na Bolsa de Londres, o dezembro/25 recuou US$ 4,70, a US$ 451,00 por tonelada (-1,03%). O março/26 caiu US$ 4,30, negociado a US$ 444,60 por tonelada (-0,96%). O maio/26 perdeu US$ 4,10, para US$ 444,60 por tonelada (-0,91%), e o agosto/26 encerrou a US$ 444,70 por tonelada, com baixa de US$ 3,80 (-0,85%).
Segundo análise do Rabobank, o relatório da Unica divulgado na última semana reforçou o cenário de baixa para os preços. “O último relatório da Unica apontou novamente para um mix recorde de açúcar no período, aliviando — pelo menos por enquanto — as preocupações anteriores de que as usinas de açúcar brasileiras poderiam alterar seu mix de produtos devido à força dos preços domésticos do etanol em relação aos preços internacionais do açúcar”, destacou o banco.
Sobre Londres, além da influência da oferta da Índia e da Tailândia, o Rabobank também chamou atenção para o fator financeiro. “O sentimento do mercado mantém seu distinto tom de baixa, com os especuladores acumulando sua maior posição líquida vendida em contratos (de açúcar bruto) desde o final de 2019”, acrescentou.
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