Soja segue lateralizada em Chicago, subindo levemente e de olho nas relações China x EUA
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Os preços da soja continuam a trabalhar com leves altas no início da tarde desta segunda-feira (13) na Bolsa de Chicago. Por volta de 12h40 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa subiam entre 1 e 2 pontos, com o janeiro valendo US$ 10,25 e o maio, US$ 10,53 por bushel.
As cotações retomam parte do fôlego, porém, ainda seguem pressionadas pela piora recente nas relações entre China e Estados Unidos, além da pressão que vem de fundamentos já conhecidos.
O presidente americano Donald Trump amenizou suas últimas declarações e movimentos em relação à China durante o final de semana e o mercado da soja na Bolsa de Chicago, que despencou na última sexta-feira (10), voltou a subir levemente nesta segunda-feira (13), porém, de forma bastante contida.
As relações entre os dois países continuam deterioradas, enquanto a nação asiática ainda precisa de nove milhões de toneladas de soja para cumprir seus embarques de novembro a janeiro, o que deverá deixar sua demanda focada ainda na América do Sul, principalmente no Brasil. A China ainda precisa de cerca de nove milhões de toneladas para a cobertura de seus embarques entre novembro e janeiro.
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No Brasil, a atenção é dividida entre os trabalhos de campo, a lateralização das cotações da soja na Bolsa de Chicago e a baixa do dólar. A moeda americana subiu forte no final da última semana e na tarde desta segunda-feira cai perto de 1%, para valer R$ 5,45.
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