Ações europeias fecham em máxima recorde com sinais de melhora das tensões entre os EUA e a China
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Por Sukriti Gupta e Purvi Agarwal
(Reuters) - As ações europeias fecharam em máximas recordes pela terceira sessão consecutiva nesta segunda-feira, uma vez que os sinais de abrandamento das tensões comerciais entre a China e os Estados Unidos estimularam o apetite global por risco, enquanto as quedas nas ações do setor de saúde limitaram os ganhos.
O índice continental STOXX 600 fechou em alta de 0,2%.
O apetite global por risco aumentou depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que os EUA e a China estão prestes a chegar a um acordo comercial, uma vez que ele vai se reunir com o presidente chinês, Xi Jinping, nesta semana na Coreia do Sul.
Um acordo interromperia as tarifas mais duras dos EUA e os controles de exportação de terras raras da China.
"Alguns acontecimentos positivos entre os EUA e a China parecem estar impulsionando o sentimento em relação ao mercado... esse é um bom ponto de partida...", disse Michael Field, analista-chefe de ações da Morningstar.
Os bancos europeus e o setor de tecnologia subiram 1,2% cada.
Por outro lado, as ações do setor de saúde caíram 0,5%. A Novartis teve queda de 0,9% depois que a fabricante de medicamentos disse no domingo que concordou em adquirir a empresa norte-americana de biotecnologia Avidity Biosciences por cerca de US$12 bilhões em dinheiro. A Roche recuou 1,4% após um rebaixamento da recomendação da Jefferies.
Em LONDRES, o índice Financial Times avançou 0,09%, a 9.653,82 pontos.
Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 0,28%, a 24.308,78 pontos.
Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 0,16%, a 8.239,18 pontos.
Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 1,00%, a 42.911,57 pontos.
Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou alta de 0,87%, a 16.000,20 pontos.
Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 0,21%, a 8.352,01 pontos.
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