Com pressão do câmbio, açúcar fecha em queda e recua pela terceira sessão seguida
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O açúcar voltou a cair e completou a terceira sessão seguida de baixa nesta semana. Nesta quarta-feira, o peso maior veio da desvalorização do real diante do dólar. Segundo o Barchart, a moeda brasileira atingiu hoje o menor valor em quatro meses, o que estimula uma maior exportação do Brasil, aplicando a perspectiva de aumento da oferta disponível no exterior — movimento que reduz as cotações.
Ao longo desta semana, outros fatores também pressionaram os preços, como expectativas de maior produção na Índia e a fraqueza do petróleo, que reduz o incentivo ao etanol.
O Barchart destaca ainda que os números do Brasil reforçaram a pressão para os preços do adoçante. A Unica informou ontem que a produção acumulada de açúcar no Centro-Sul na safra 2025/26 até novembro subiu 1,1% em relação ao ano anterior, para 39,904 milhões de toneladas.
Em Nova Iorque, o março/26 caiu 0,06 cent (-0,41%) e fechou a 14,76 cents/lbp. O maio/26 perdeu 0,08 cent (-0,55%), negociado a 14,36 cents/lbp. O julho/26 recuou 0,09 cent (-0,63%) e terminou a 14,37 cents/lbp, enquanto o outubro/26 desvalorizou 0,10 cent (-0,68%) e ficou a 14,70 cents/lbp.
Em Londres, o março/26 teve baixa de US$ 0,70 (-0,17%) e encerrou a US$ 422,30 por tonelada. O maio/26 recuou US$ 1,60 (-0,38%), cotado a US$ 418,90 por tonelada. O agosto/26 caiu US$ 2,00 (-0,48%) e marcou US$ 415,20 por tonelada, enquanto o outubro/26 ampliou a queda em US$ 2,30 (-0,55%) e terminou a US$ 415,10 por tonelada.
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