Soja inverte o sinal e fecha 3ª feira no vermelho em Chicago realizando lucros e sentindo proximidade da nova safra do BR
Soja inverte o sinal e fecha 3ª feira no vermelho em Chicago realizando lucros e sentindo proximidade da nova safra do BR
Os preços da soja inverteram o sinal e fecharam o pregão desta terça-feira em queda na Bolsa de Chicago. As cotações da oleaginosa terminaram o dia com perdas de 5,25 a 6,50 pontos nos principais vencimentos, levando o março a US$ 10,56 e o maio a US$ 10,68 por bushel.
O mercado realizou lucros depois dos últimos ganhos - tendo subido por cinco sessões - e sentiu ainda as expectativas diante da nova safra brasileira, que está cada vez mais próxima. As expectativas e ajustes antes da chegada do novo relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) no começo da próxima semana também deixaram o mercado mais na defensiva, bem como os últimos acontecimentos geopolíticos internacionais. Ainda há uma intensa e preocupante politização no caminhar das cotações na CBOT.
No Brasil, os negócios ainda são lentos, os preços têm certa estabilidade, mas ainda há um ambiente oportuno para que o produtor garanta alguns negócios e evite ficar refém do mercado durante, principalmente, o período da colheita no país, como explica Enio Fernandes, consultor de agronegócios da Terra Agronegócios. Acompanhe a análise completa no vídeo acima.
0 comentário
Chuvas acima da média favorecem soja do Sul do Brasil, aponta EarthDaily Agro
Em dia de poucas movimentações, soja recua em Chicago nesta 5ªfeira e mercado aguarda USDA de 12 de janeiro
China supera compras de soja dos EUA em 10 milhões de t, mas logo deve voltar a focar no Brasil
No Brasil, prêmios positivos surpreendem e compensam parte da pressão do dólar nos preços da soja
Exportação de soja do Brasil em janeiro pode igualar recorde de 2024, indica Anec
Soja realiza lucros e tem leves baixas em Chicago nesta 5ª; atenção divida entre fundamentos e geopolítica