Açúcar recua no mercado internacional; Etanol renova máximas em SP
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Nesta terça-feira (13), o mercado do açúcar mantém a tendência baixista nas bolsas internacionais. Em Nova Iorque, o contrato março/26 é negociado a 14,81 cents de dólar por libra-peso, queda de 0,20%. O vencimento maio opera a 14,47 cents (-0,28%) e o julho a 14,49 cents (-0,28%). Em Londres, a commodity acompanha o movimento negativo, com o março cotado a US$ 422,60 por tonelada (-0,19%).
No Brasil, o mercado de açúcar cristal branco iniciou o ano com recuperação no volume negociado. Segundo o Cepea, a retomada das atividades industriais após o recesso tende a normalizar os fluxos de oferta e demanda.
Entre 5 e 9 de janeiro, o Indicador CEPEA/ESALQ (São Paulo) registrou média de R$ 107,49 por saca de 50 kg (cor Icumsa de 130 a 180), uma baixa de 2,28% em relação à semana anterior.
Os pesquisadores explicam que a queda média reflete o aumento na disponibilidade de açúcar com coloração até 180 Icumsa (considerado de menor qualidade/mais escuro). Por outro lado, o açúcar de melhor qualidade (até 150 Icumsa) continua sendo comercializado a patamares de preços relativamente mais elevados, mostrando uma demanda seletiva.
O destaque da semana fica para o biocombustível. O etanol hidratado negociado nas usinas paulistas superou a casa dos R$ 3,00 por litro (líquido de impostos) pela primeira vez na safra 2025/26.
Segundo o Cepea, a alta é sustentada pela oferta reduzida nesta fase final da temporada e pela postura firme dos vendedores. Do lado da demanda, as distribuidoras estiveram ativas para repor os estoques consumidos durante as festividades de Natal e Ano Novo. O volume de hidratado vendido pelas usinas de SP na última semana foi o maior desde a semana iniciada em 19 de janeiro de 2024.
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