Açúcar fecha em alta nesta 5ª feira (22) com valorização do real diante do dólar

Publicado em 22/01/2026 16:20
Moeda brasileira mais forte reduz o estímulo às exportações

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Os preços do açúcar encerraram esta quinta-feira (22) em alta nas bolsas internacionais, apoiados pela valorização do real frente ao dólar. Conforme o que apontou o Barchart em análise, a moeda brasileira atingiu hoje o maior patamar em cerca de um mês e meio diante da divisa norte-americana, movimento que estimulou o fechamento de posições vendidas nos contratos futuros do adoçante. Um real mais forte tende a desestimular as exportações brasileiras, reduzindo a pressão vendedora por parte dos produtores.

Na Bolsa de Nova Iorque, os contratos futuros do açúcar registraram ganhos consistentes. O vencimento março/26 avançou 0,22 cent (+1,49%) e fechou a 14,96 cents/lbp. O maio/26 subiu 0,16 cent (+1,12%), encerrando a 14,50 cents/lbp. O julho/26 também ganhou 0,16 cent (+1,12%), cotado a 14,49 cents/lbp, enquanto o outubro/26 teve alta de 0,14 cent (+0,96%), com fechamento a 14,79 cents/lbp.

Em Londres, o movimento foi igualmente positivo. O contrato março/26 subiu US$ 4,80 (+1,14%) e encerrou o pregão a US$ 425,90 por tonelada. O maio/26 avançou US$ 4,90 (+1,16%), para US$ 425,50 por tonelada. O agosto/26 teve ganho de US$ 5,00 (+1,20%), fechando a US$ 421,20 por tonelada, enquanto o outubro/26 registrou alta de US$ 4,30 (+1,04%), terminando o dia a US$ 419,20 por tonelada.

No mercado cambial, o dólar segue em trajetória de baixa após recuar 1,10% diante do real na quarta-feira, influenciado pelo forte fluxo de recursos estrangeiros para a bolsa brasileira e por declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, descartando o uso de força para assumir o controle da Groenlândia. Na tarde desta quinta-feira, a moeda norte-americana acumulava perdas em torno de 0,65%, sendo cotada a R$ 5,29.

De acordo com a Reuters, o diretor da Wagner Investimentos, José Faria Júnior, destacou em relatório enviado a clientes que o modelo da consultoria aponta para continuidade do movimento de queda do dólar. Segundo ele, a moeda pode recuar em direção a R$ 5,25.

 

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Fonte:
Notícias Agrícolas

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