Soja intensifica ganhos em Chicago com força das exportações e alta de mais de 1% dos derivados
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O mercado da soja reagiu bem aos números das vendas semanais para exportação norte-americanas divulgados nesta sexta-feira (23) pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) e voltou a subir. Perto de 12h35 (horário de Brasília), as cotações registravam ganhos de 5,75 a 6 pontos nos principais vencimentos, com o março valendo US$ 10,69 e o maio, US$ 10,82 por bushel.
Os EUA venderam, na última semana, mais de dois milhões de toneladas de soja 2025/26 e a maior parte foi para a China. Em toda temporada, porém, os Estados Unidos já comprometeram 33,035 milhões de toneladas da oleaginosa, volume que ainda é 22% menor do que há um ano.
O mercado registrou mais uma semana volátil, marcada pela influência dos fundamentos - em especial a demanda da China e a chegada da nova safra brasileira, com a colheita avançando pelo país - e também de geopolítica, com as tensões ainda se escalando em diversas partes do mundo, sobre diversos conflitos sejam militares, comerciais ou somente de narrativas.
Assim, os pequenos ajustes observados se dão por um movimento técnico do mercado, que busca agora por novas notícias para seguir redefinindo sua rota. O comportamento do dólar e dos derivados também continuarão a ser guias importantes para os preços da soja em grão na CBOT.
E nesta sexta-feira, os futuros tanto do farelo, quanto do óleo de soja também têm intensificado seus ganhos, subindo mais de 1% em ambos os casos.
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