Açúcar fecha em baixa em NY e Londres e devolve ganhos da sessão anterior
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Os preços do açúcar encerraram a sessão desta terça-feira em baixa nas bolsas de Nova Iorque e Londres, devolvendo os ganhos registrados na véspera. O mercado segue pressionado pelas preocupações com excedentes globais de oferta.
Na Bolsa de Nova Iorque, o contrato março/26 recuou 0,23 cent, queda de 1,60%, fechando a 14,12 cents/lbp. O maio/26 perdeu 0,20 cent, baixa de 1,43%, com preço final de 13,76 cents/lbp. O julho/26 cedeu 0,21 cent, recuo de 1,51%, encerrando a sessão a 13,72 cents/lbp, enquanto o outubro/26 caiu 0,21 cent, baixa de 1,47%, fechando a 14,04 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o movimento também foi negativo. O contrato março/26 caiu US$ 7,30, recuo de 1,80%, encerrando o dia a US$ 398,10/tonelada. O maio/26 recuou US$ 4,80, queda de 1,16%, com fechamento a US$ 409,50/tonelada. O agosto/26 perdeu US$ 5,50, baixa de 1,35%, cotado a US$ 402,50/tonelada, enquanto o outubro/26 registrou recuo de US$ 5,10, queda de 1,26%, encerrando a US$ 400,00/tonelada.
Segundo o Barchart, os preços do açúcar vêm recuando gradualmente ao longo dos últimos três meses. O açúcar negociado em Nova Iorque atingiu a mínima em três meses na última sexta-feira, enquanto o contrato em Londres recuou nesta sessão para o menor nível em cinco anos, em meio às preocupações persistentes com excedentes globais de açúcar.
De acordo com Jack Scoville, analista da Price Future Group, a oferta global permanece confortável devido às boas condições de cultivo da cana-de-açúcar e da beterraba em diversas regiões produtoras. A perspectiva de um grande excedente global na safra 2025/26 mantém o mercado cauteloso, com aumento da produção na Índia e na Tailândia, especialmente de açúcar branco, enquanto o consumo mundial tende a permanecer estável. Além disso, as lavouras indianas seguem sob condições climáticas favoráveis para a maturação, elevando as expectativas de produção.
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