Centro-Oeste terá dias quentes e secos com pouca chance de chuva, alerta meteorologista

Publicado em 20/05/2026 11:45
Bloqueio do ar seco dificulta a formação de chuva e favorece temperaturas acima dos 30°C em áreas produtoras

O Centro-Oeste brasileiro deve enfrentar uma sequência de dias secos e quentes nos próximos dias, com poucas oportunidades para chuva e temperaturas elevadas em grande parte da região. De acordo com a meteorologista Estael Sias, o predomínio do ar seco dificulta a formação de instabilidades e favorece tardes cada vez mais quentes.

“O destaque para o Centro-Oeste é justamente o predomínio dos dias secos, com ausência de chuva e temperaturas em elevação. O calor vai predominar na região”, afirmou.

Nesta quarta-feira, ainda há possibilidade de pancadas isoladas entre o sul de Goiás, incluindo áreas próximas de Anápolis, e o sul de Mato Grosso. Segundo Estael, o calor disponível na atmosfera pode favorecer episódios pontuais de chuva mais forte, mas de forma bastante localizada.

A tendência, porém, é de rápida diminuição das instabilidades. Na quinta-feira, o tempo firme predomina em praticamente toda a região. Já entre sexta-feira e o fim de semana, apenas áreas do sul de Goiás e do Mato Grosso do Sul podem registrar pancadas isoladas e passageiras.

“No geral, é uma condição de pouquíssima chuva. As instabilidades que conseguem chegar acontecem de forma bastante isolada”, destacou a meteorologista.

Em Sinop, no norte de Mato Grosso, importante polo produtor de soja, a previsão indica sequência de dias ensolarados e temperaturas elevadas. As máximas devem variar entre 31°C e 33°C ao longo da semana, sem previsão de chuva.

“O campo de precipitação praticamente aparece vazio para Sinop. Algumas nuvens podem surgir, mas a previsão é realmente de secura”, explicou Estael.

Além do calor, a previsão aponta presença de vento moderado nos próximos dias em áreas do Mato Grosso, o que pode contribuir para redução ainda maior da umidade relativa do ar durante as tardes.

O cenário mantém atenção voltada para os impactos do tempo seco sobre as atividades agrícolas, especialmente em relação à umidade do solo e ao manejo das lavouras na região.
 

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Por:
Andréia Marques
Fonte:
Notícias Agrícolas

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