Manter o controle de doenças continua sendo essencial mesmo em anos de menor pressão na lavoura
A redução da pressão de doenças em determinadas safras pode levar muitos produtores a reavaliarem os custos de produção. Entre as medidas consideradas, a diminuição ou até mesmo a eliminação de aplicações de fungicidas costuma aparecer como uma alternativa para aliviar o orçamento. No entanto, essa decisão pode representar um risco ao potencial produtivo da lavoura.
Especialistas em fitossanidade reforçam que o manejo de doenças deve ser planejado de forma preventiva. Mesmo em cenários mais favoráveis, fatores como variações climáticas, mudanças nas condições de umidade e temperatura e a presença de inóculo na área podem favorecer o desenvolvimento de doenças ao longo do ciclo da cultura.
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Por isso, o caminho para reduzir custos não está necessariamente em diminuir o manejo, mas em buscar soluções que ofereçam elevada eficiência aliada a uma boa relação entre custo e benefício.
Ajustar investimentos sem abrir mão da proteção
Na soja e no milho, preservar a sanidade das plantas é uma estratégia diretamente ligada à manutenção do potencial produtivo. O controle adequado de doenças ajuda a manter a área foliar ativa por mais tempo, favorecendo o enchimento de grãos e reduzindo o risco de perdas durante a safra.
Nesse contexto, a escolha dos fungicidas passa a ser um fator importante dentro do planejamento da propriedade. Produtos que combinam desempenho, flexibilidade de uso e custo competitivo permitem ao produtor manter o programa de manejo mesmo em anos de menor pressão, sem abrir mão da proteção da lavoura.
A Alta Defensivos reúne um portfólio de fungicidas desenvolvido para atender diferentes estratégias de manejo em grandes culturas. As soluções podem ser utilizadas de forma complementar dentro dos programas fitossanitários, contribuindo para um controle eficiente das principais doenças que afetam soja e milho.
Portfólio para diferentes estratégias de manejo
Entre as opções disponíveis está o Evos, fungicida indicado para culturas como soja e milho, desenvolvido para contribuir com a manutenção da sanidade das folhas e do potencial produtivo da lavoura.
O portfólio também conta com o Avaris, alternativas para compor programas de manejo de doenças e estratégias voltadas ao manejo de resistência, aspecto cada vez mais importante para preservar a eficiência dos fungicidas ao longo das safras.
Já o Calitá, fungicida de contato à base de clorotalonil, amplia as possibilidades de manejo ao atuar no controle de doenças foliares, enquanto o Seven, formulado à base de tebuconazol, integra o conjunto de soluções disponíveis para diferentes momentos e necessidades das culturas.
A disponibilidade de diferentes ferramentas permite ao produtor montar programas mais completos e adequados à realidade de cada propriedade, considerando fatores como histórico da área, condições climáticas, pressão de doenças e momento de aplicação.
Eficiência e planejamento caminham juntos
Independentemente da intensidade da pressão de doenças em uma determinada safra, o planejamento continua sendo um dos principais aliados da produtividade. A escolha de soluções que conciliem eficiência técnica e boa relação entre custo e benefício permite otimizar investimentos sem comprometer a proteção das lavouras.
Dessa forma, manter um programa consistente de manejo fitossanitário representa uma estratégia mais segura do que simplesmente reduzir aplicações. Além de preservar o potencial produtivo, o produtor contribui para a sustentabilidade do manejo de doenças e para a longevidade das ferramentas disponíveis no mercado.
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