Terremoto no Japão pode comprometer comércio de grãos
Tommy Hamamoto, diretor do conselho no Japão, disse que "ainda é muito cedo para dizer que efeito isso terá no setor agícola da nação, mas pode ser significativo".
O desastre natural causou danos em instalações agrícolas e em áreas de produção. O tsunami atingiu também portos no nordeste do Japão e afetou indústrias de ração e criadores de animais.
Atualmente, o Japão é o maior importador mundial de milho e responde por 17% das compras no mundo no ano comercial que se encerra no dia 31 de agosto. A nação é ainda a principal compradora de carne suína dos EUA. Mais de 34% do total das exportações norte-americanas foram para o Japão.
2 comentários
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João Ferreira de Oliveira Junior Formiga - MG
Pois é Sr Valter, também acho que isso é pura especulação. O chão ainda está trincando e eles já estão concertando tudo e com uma vantagem imensa com o super apoio do governo. É facil ficar especulando, mais o preço pago a quem produz esta muito longe do comercializado. Vamos tocar pra frente que os japoneses já estão caminhando e nem bem passou a turbulência.
Valter Antoniassi Fátima do Sul - MS
Japão não é Brasil,mal acabou de rachar o asfalto e lá estava os técnicos fazendo avaliação para consertar o estrago,portanto acredito piamente na capacidade de superação daquele povo calejado pelas intempéries da natureza.Isto tudo não passa de especulação destes corvos aproveitadores das desgraças alheias...