Milho: Japão retarda compras após terremoto e pressiona preços na CBOT
"As companhias japonesas não têm feito acordos para a compra de milho desde o ocorrido. Será preciso que elas avaliem quais serão as mudanças na demanda depois dessa catástrofe", disse Chino.
O país importa cerca de 12 milhões de toneladas do cereal anualmente e assegura 90% do milho dos Estados Unidos, o maior exportador mundial. Os importadores japoneses completaram suas compras da commodity para embarque até a primeira metade de junho antes do terremoto.
O Japão pode ter perdido aproximadamente 20% de sua produção de alimentos depois que o tsunami inundou os portos e instalações de produção de alimentos, segundo com Eri Utamaru, representante do Ministério da Agricultura.
Bolsa de Chicago - Esse terremoto que atingiu o Japão tem criado pânicos nos mercados e uma pressão expressiva no mercado de commodities. A tragédia tem provocado um aumento da aversão ao risco entre os investidores e muita volatilidade nas cotações.
Frente a este cenário de incertezas sobre a demanda do país que é o maior importador mundial de milho, os futuros do cereal negociados na Bolsa de Chicago voltaram a fechar o dia em forte baixa. No pregão desta quarta-feira, as cotações fecharam com quase 20 pontos de queda depois de registrar leves altas durante a sessão noturna e início da diurna.
0 comentário
Milho tenta recuperação após tombo com estoques dos EUA; B3 fecha em alta
Milho volta a cair em Chicago nesta 5ª feira e perde os US$ 5/bu; B3 reduz perdas
Mercado vira após o USDA, milho despenca em Chicago, testa mínimas desde agosto e perde quase 7% em setembro
USDA surpreende com estoques e milho despenca mais de 20 pontos em Chicago nesta 4ª feira
Atraso na colheita do milho dá suporte para altas das cotações de Chicago nesta quarta-feira
Com um olho no dólar e outro no plantio, B3 fecha a terça-feira com estabilidade para os futuros do milho