Pecuaristas e representantes do frigorífico Mataboi discutem solução
A preocupação dos fornecedores é evidente. O pagamento pelas vendas de fevereiro ainda não foi depositado e nem tem previsão para isso.
O criador Milton da Cunha tem R$ 410 mil para receber. O pedido para ele e os demais fornecedores foi o de manter o trabalho até que a empresa consiga elaborar um plano de recuperação e quitar o que deve.
“O frigorífico não funciona sem o gado só que ao mesmo tempo o produtor também não funciona sem o dinheiro do gado. É uma cadeia que está parada”, disse o criador Marcos Juabre.
A empresa tem até 150 dias para realizar uma assembleia geral e votar o plano de recuperação. Se não houver acordo entre as partes, o juiz pode decretar a falência do frigorífico e determinar a venda dos bens para o pagamento da dívida, que segunda a própria empresa gira em torno de R$ 400 milhões.
No mês passado, o frigorífico Mataboi parou as atividades em quatro unidades nos estados de Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR
Sr. João Olivi, sei que existem opiniões e "opiniões", uma opinião referente ao setor de frigoríficos, que inclusive o Sr. vai discorrer hoje, ao vivo de Cuiabá, aos leitores do NA, só para "refrescar" a mente, acessar o site http://vespeiro.com/ e "rolar" até o artigo " Empresários : compre um, leve centenas " ... VALE A PENA ! .... " E VAMOS EM FRENTE ! ! ! " ....