Grãos fecham em alta com demanda aquecida e clima adverso nos EUA
A previsão de clima adverso no curto preocupa e gera incertezas sobre a safra norte-americana, uma vez que algumas regiões importantes para a produção podem sofrer com a falta de chuvas, o que acabaria comprometendo o bom desempenho das lavouras.
Depois do excesso de umidade, o que preocupa os produtores agora é a falta de chuvas em importantes regiões produtoras do país. A seca já causa temor a previsão para a próxima semana é tempo mais seco.
No entanto, o movimento pode ser pontual, já que " é muito cedo para sugerir que este clima bom durará todo o caminho até agosto", como disse John Kleist, analista sênior de grãos da corretora Ebottrading.com.
Depois das baixas de ontem, a quinta-feira foi de recuperaçã para o mercado de grãos na Bolsa de Chicago. Soja, milho e trigo fecharam o dia com boas altas na sessão diurna de hoje.
A previsão de clima adverso no curto preocupa e gera incertezas sobre a safra norte-americana, uma vez que algumas regiões importantes para a produção podem sofrer com a falta de chuvas, o que acabaria comprometendo o bom desempenho das lavouras.
Depois do excesso de umidade, o que preocupa os produtores agora é a falta de chuvas em importantes regiões produtoras do país. A seca já causa temor a previsão para a próxima semana é tempo mais seco.
No entanto, o movimento pode ser pontual, já que " é muito cedo para sugerir que este clima bom durará todo o caminho até agosto", como disse John Kleist, analista sênior de grãos da corretora Ebottrading.com.
Além dos fatores climáticos, a significativa alta do milho também impulsionou a oleaginosa. O cereal avançou diante da confirmação da venda de 540 mil toneladas do cereal para a China e de mais 300 mil toneladas para destinos não revelados.
Segundo analistas, os chineses aumentaram suas compras por conta do recente recuo dos preços que acabou levando as cotações ao menor patamar em três meses e meio na semana passada.
Veja como ficaram as cotações no fechamento da Bolsa de Chicago:
Segundo analistas, os chineses aumentaram suas compras por conta do recente recuo dos preços que acabou levando as cotações ao menor patamar em três meses e meio na semana passada.
Veja como ficaram as cotações no fechamento da Bolsa de Chicago:
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