DA REDAÇÃO: Saída de boi gordo de confinamento deve pressionar mercado até outubro

Boi Gordo: aumento na oferta de animais do confinamento devem pressionar o mercado até outubro. Se Rússia liberar frigoríficos brasileiros para exportação, demanda volta a aquecer e trará novamente alta para os preços.
Publicado em 08/09/2011 13:43 | Atualizado em 08/09/2011 18:17
O boi gordo de confinamento que entra no mercado até o mês de outubro, aumenta a tendência de pressão nos preços. Por enquanto, a elevação na oferta tem sido contrabalançada pelo escoamento, por exemplo, dos cinco frigoríficos liberados pela Rússia. Existem mais 89 deles esperando para ser desinterditados. Isso favoreceria ainda mais o crescimento dos preços.

A previsão de chuvas escassas, por sua vez, é boa para o confinamento. Esse clima favorece o abatimento dos animais, assim como o manejo e a nutrição. Embora não haja tantos bois de cocho, essa quantidade já mexe com o mercado, segundo Alex Santos Lopes da Silva, analista de mercado da Scot Consultoria. No centro-sul do país, há certa fragilidade de preços em função dos animais de confinamento.

Os valores do boi magro matem-se estáveis, cotado a R$1.200 a cabeça. O preço do Bezerro Nelore varia de acordo com a região, mas fica em média entre R$700 e R$750.

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