Canadá e China negociam acordo para manter comércio de canola
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Por Kelsey Johnson e Hallie Gu
OTTAWA/PEQUIM (Reuters) - O Canadá e a China estão em negociações para garantir que as já limitadas exportações de canola canadense para o país asiático continuem, mesmo diante de uma disputa comercial travada pelas nações desde o ano passado.
Pequim proibiu embarques de canola das empresas canadenses Richardson International e Viterra em 2019, citando preocupações sanitárias. A medida ocorreu depois da prisão de uma alta executiva da chinesa Huawei no Canadá.
As exportações de canola de outras companhias canadenses para a China continuaram, mas agora se encontram em risco, uma vez que 31 de março representa o vencimento de um acordo que estabelece quantidades padronizadas para embarques estrangeiros de determinados materiais.
Segundo duas fontes, autoridades da administração alfandegária chinesa e do Ministério da Agricultura canadense conversaram nesta terça-feira sobre o assunto.
Nas últimas duas ou três semanas, não foram assinados contratos entre exportadores canadenses de canola e compradores chineses, disse uma fonte do governo do Canadá, já que membros da indústria aguardam para saber se um novo padrão para os embarques será acertado.
Embora fontes chinesas tenham sugerido que toda a importação de canola pode ser retomada, uma fonte governamental canadense afirmou que ainda não houve acordo para que as duas exportadoras de alto escalão retornem ao mercado. As negociações prosseguem.
(Reportagem de Kelsey Johnson, em Ottawa, e Hallie Gu e Dominique Patton, em Pequim; reportagem adicional de Rod Nickel, em Winnipeg)
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