CNA publica nota de repúdio contra professor que constrangeu aluno por ter defendido o agronegócio
Durante uma palestra que ocorreu em uma escola da cidade de São Paulo/SP, um aluno foi constrangido após defender o agronegócio. A palestra, ministrada pela indígena Sônia Guajajara, trouxe críticas ao setor que foram rebatidas pelo aluno, que logo na sequência recebeu uma reprimenda pelo professor da instituição, identificado como Messias Bastos. Ouça o áudio, que foi publicado pela Revista Oeste:
A plateia, formada por adolescentes, aplaudiu a reprimenda do professor, que corre o risco de ser demitido após reclamações de um grupo de pais de alunos da escola. Além disso, a conduta do profissional poderá ser investigada pelas autoridades, visto que o artigo 232 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) penaliza quem “submeter criança ou adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilância a vexame ou constrangimento”. A pena é de seis meses a dois anos de prisão.
Diante da situação, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) publicou uma nota de repúdio contra o professor, confira a publicação:
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O Sistema Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo/Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (FAESP/SENAR/SP) também repudiou o ocorrido, veja a nota publicada pela instituição:
Nota do Repúdio FAESP
O Sistema Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo/Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (FAESP/SENAR/SP) repudia a atitude desrespeitosa de um professor em sala de aula, numa escola particular de São Paulo, que repreendeu um aluno que defendeu o agronegócio brasileiro, durante palestra de Sônia Guajajara. Um suposto desconhecimento científico foi o motivo alegado pelo professor, que afirma ter mestrado em Antropologia, para desqualificar a opinião e repreender o estudante. O professor deveria se atualizar para o fato de que a agropecuária brasileira utiliza amplamente o que existe de mais avançado em ciência no mundo. O resultado são os altos índices de produtividade no campo, tornando o País um dos celeiros do planeta. O trabalhador rural brasileiro é amplamente qualificado para utilizar defensivos agrícolas com segurança. O professor também deve desconhecer que o agronegócio brasileiro adota práticas sustentáveis em grande escala, representa 27,4% do PIB nacional, é responsável pela geração de milhões de empregos diretos e indiretos e conquista divisas para o País, garantindo o superávit de nossa balança comercial.
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