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Glifosato e seu sal de monoisopropilamina têm imposto de importação cortado mais que pela metade

Publicado em 04/08/2022 09:46 e atualizado em 04/08/2022 11:23
Decisão do Comitê-Executivo de Gestão (Gecex), da Câmara de Comércio Exterior (Camex), foi ontem de noite; quatro insumos industriais também incluídos

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O imposto para importação do cinco insumos industriais glifosato e seu sal de monoisopropilamina foi reduzido para mais que a metade, saindo de alíquota vigente de 9,6% para 3,8%, via inclusão na Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum do Mercosul (Letec).

A decisão saiu ontem (03) de noite, após reunião extraordinária do Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex). Quatro tipos de resina plástica usadas em atividades industriais também tiveram redução.

"A redução tarifária para esses produtos levou em consideração a necessidade de enfrentamento de problemas de abastecimento em certas cadeias produtivas, com diferentes graus de severidade, e de significativos aumentos de custos nos insumos de outras cadeias. A medida objetiva, ainda, a melhoria da eficiência alocativa de recursos na economia, com potenciais ganhos de competitividade para diferentes segmentos industriais", disse o Ministério da Economia em nota.

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Produtos incluídos na Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum do Mercosul (Letec) - Imagem: Ministério da Economia

Todos os produtos foram incluídos na Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum do Mercosul (Letec). As alíquotas, que variavam entre 9,6% e 11,2% cairão para 3,3% a 4,4%, a partir de sexta-feira (05) e ficarão vigentes pelo prazo de um ano.

A redução tarifária para esses produtos levou em consideração a necessidade de enfrentamento de problemas de abastecimento em certas cadeias produtivas, com diferentes graus de severidade, e de significativos aumentos de custos nos insumos de outras cadeias. A medida objetiva, ainda, a melhoria da eficiência alocativa de recursos na economia, com potenciais ganhos de competitividade para diferentes segmentos industriais.

Por:
Jhonatas Simião
Fonte:
Notícias Agrícolas

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