Algodão fecha 3ª feira com leve queda em Nova York, após sessão de ajustes
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O mercado do algodão encerrou esta terça-feira (10), com leve acomodação nos contratos futuros negociados na Bolsa de Nova York. Os futuros da pluma subiram timidamente, de 0,06% a 0,9%, levando o março a 61,78 e o maio a 63,91 cents de dólar por libra-peso, após um pregão marcado por volatilidade e ajustes técnicos.
Durante a manhã, os preços chegaram a operar em alta, acompanhando o desempenho positivo dos contratos mais próximos. No entanto, ao longo do dia, o mercado perdeu força, refletindo realização de lucros por parte dos investidores após as altas recentes.
O movimento ocorreu em um ambiente de cautela, com os agentes avaliando o ritmo da demanda e o posicionamento dos fundos. A proximidade de níveis técnicos relevantes também contribuiu para uma postura mais defensiva dos participantes, limitando movimentos mais expressivos no fechamento.
No cenário externo, o mercado continuou atento ao comportamento do dólar e do petróleo, que seguem como fatores de influência para o algodão. Mesmo sem movimentos bruscos, esses elementos permanecem no radar por impactarem a competitividade da pluma no mercado internacional. A chegada de um novo boletim mensal de oferta e demanda pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) também fez o mercado manter-se na defensiva.
Para o produtor brasileiro, o fechamento praticamente estável reforça um momento de atenção redobrada, com acompanhamento diário das oscilações em Nova York como referência para decisões comerciais no mercado físico. Ainda nesta terça-feira, a ligeira recomposição do dólar - que voltou aos R$ 5,20 - também foi um ponto de atenção para os cotonicultores do Brasil.
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