Preços do algodão fecham em alta na Bolsa de Nova York
![]()
Os preços do algodão iniciaram a semana em alta na Bolsa de Nova York nesta segunda-feira (29), com leves ganhos entre os principais contratos negociados, enquanto o mercado acompanha a expectativa pela divulgação do relatório anual de área plantada do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), prevista para esta terça-feira (30).
O contrato dezembro/26 avançou 0,07 cent (+0,09%), encerrando o dia cotado a 76,45 cents/lb. O vencimento julho/26 subiu 0,34 cent (+0,47%), fechando a 72,00 cents/lb. O outubro/26 registrou alta de 0,34 cent (+0,46%), para 74,77 cents/lb, enquanto o março/27 avançou 0,06 cent (+0,08%), terminando a sessão a 77,80 cents/lb.
Segundo estimativas de operadores consultados pela Bloomberg, o relatório do USDA deverá indicar área plantada de 9,6 milhões de acres de algodão nos Estados Unidos nesta primavera.
Outro fator acompanhado pelo mercado é o posicionamento dos investidores. Dados mais recentes mostram que os fundos de investimento ampliaram em 3.309 contratos sua posição líquida comprada em futuros e opções de algodão na semana encerrada em 23 de junho, totalizando 38.445 contratos.
Em análise divulgada pelo Barchart, Austin Schroeder, presidente da Schroeder Commodity Marketing, avalia que as condições de desenvolvimento da safra norte-americana permanecem favoráveis, especialmente após as chuvas registradas recentemente nas Planícies do Sul. Pelo lado da demanda, o analista destaca que a China continua com participação limitada nas compras de algodão dos Estados Unidos, enquanto as fibras sintéticas seguem ganhando espaço no mercado de vestuário, aumentando a concorrência com a fibra natural.
0 comentário
Preços do algodão fecham em alta na Bolsa de Nova York
Algodão recua mais de 4% na semana em NY, mas dólar ameniza perdas no mercado interno
Algodão sobe em Nova York após perdas expressivas ao longo da semana
Algodão despenca em Nova York e contratos perdem mais de 3%
Algodão recua novamente em Nova York e amplia perdas da semana
Colheita do algodão segue abaixo dos 3%, mas trabalhos devem começar a ganhar ritmo