Algodão supera pela primeira vez os 200 cents na Bolsa de NY
Os estoques monitorados pela ICE Futures (Bolsa de NY) caíram 84% desde o dia 1º de junho. Fatores climáticos como inundações na Austrália e no Paquistão e a seca na Rússia e em outras partes da Europa resultaram em uma expressiva redução na produção mundial.
As exportações de vestuário da China em janeiro tiveram um aumento de 34% em relação ao ano passado, totalizando US$ 13,38 bilhões. Com o andamento da recuperação da economia mundial, as indústras têxteis estão comprando mais fibra, aquecendo a demanda e refletindo positivamente nas cotações no mercado internacional.
"Os fundamentos positivos atuaram freneticamente e pelo o que parece, eles querem que os preços subam ainda mais. A demanda chinesa deve continuar bastante robusta", disse o presidente da consultoria Joe Kropf & Sid Love Consulting.
No ano comercial em que se iniciou no dia 1º de agosto, o consumo de algodão da China deve ser de 47 milhões de fardos, excedendo de longe a produção doméstica de 30 milhões. Esse déficit pode ser um catalisador na drenagem dos estoques mundiais da pluma, levando-os ao nível de 42,8 milhões de fardos, o menor desde 1996.
0 comentário
Preços do algodão mantêm trajetória de queda em Nova York
Protagonismo do algodão brasileiro abre caminho para o país e se tornar referência de preços
Algodão acumula perdas de até 18,44% em setembro na Bolsa de Nova York
Algodão cai mais de 4% em Nova York com avanço da colheita nos EUA
Mercado do algodão em baixa com avanço da safra nos EUA e demanda em foco
Média diária das exportações de algodão sobe 13,3% até a 4ª semana de setembro