Volume exportado de carne bovina alcança 169,4 mil toneladas em março/22
![]()
Nesta sexta-feira (01), a Secretária Secretaria de Comércio Exterior reportou que os embarques de carne bovina fresca, refrigerada e congelada encerraram o mês de março/22 com 169,4 mil toneladas. O volume embarcado registrou um avanço de 26,61% frente ao exportado no ano anterior, que foi de 133,8 mil toneladas.
Já no comparativo mensal, o volume embarcado teve um aumento de 6,47% frente ao total exportado em fevereiro deste ano, que encerrou com 159,1 mil toneladas. A média diária exportada ficou em 7,7 mil toneladas em março/22, na qual teve um avanço de 32,3% frente à média exportada no mês de março do ano passado, que ficou em 5,8 mil toneladas.
O analista de mercado da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, destacou que o preço médio pago pela China foi bem alto e isso acabou favorecendo os embarques. “O desempenho do primeiro trimestre das exportações de carne bovina foi impressionante tanto em volume quanto em faturamento. Porém, eu acredito que esse cenário deve dar uma esfriada em abril com o recuo do dólar e com a incerteza da demanda chinesa”, comentou.
O valor negociado para o produto em março ficou em US$ 999,470 milhões, tendo em vista que o preço comercializado durante o mês de março do ano anterior foi de US$ 617,223 milhões. A média diária ficou em US$ 45,430 milhões e registrou uma valorização de 69,30%, frente ao observado no mês de março do ano passado, que ficou em US$ 26,835 milhões.
Os preços médios em março deste ano ficaram próximos de US$ 5.899,99 mil por tonelada, na qual teve uma alta de 27,9% frente aos dados divulgados em março de 2021, em que os preços médios registraram o valor médio de US$ 4.612,3 mil por tonelada.
0 comentário
Carne bovina do Brasil tem outros destinos para driblar cota da China, diz Abrafrigo
Novos recursos para o programa de recuperação sustentável das pastagens com o Renova Pasto do Rabobank
Fluxo firme de exportações, carne valorizada no mercado interno e redução na oferta de animais motivam alta da arroba do boi
Capim híbrido mais eficiente nas áreas de semiárido do Brasil, com resistência ao clima e alto valor nutricional
Cenário positivo para arroba do boi conta com demanda exportadora forte, mercado interno com carne valorizada e redução gradativa dos abates
Países mais exigentes em qualidade da carne estimulam frigoríficos a usar tecnologia para medir teor de gordura