Alemanha confirma primeiro caso de febre aftosa em quase 40 anos
![]()
BERLIM (Reuters) - As autoridades alemãs confirmaram na sexta-feira o primeiro surto de febre aftosa do país em quase 40 anos em um rebanho de búfalos nos arredores de Berlim.
A febre aftosa causa febre e bolhas na boca de ruminantes com cascos fendidos, como bovinos, suínos, ovinos e caprinos.
Medidas para conter a doença altamente infecciosa, que não representa perigo para os seres humanos, embora eles possam transmiti-la, estão sendo implementadas, e os animais afetados já foram sacrificados, disseram as autoridades locais.
Uma zona de exclusão de 3 quilômetros e uma zona de monitoramento de 10 quilômetros foram estabelecidas, e nenhum outro produto ou animal pode ser retirado dessas áreas, disse um porta-voz do Ministério Federal da Agricultura em uma coletiva de imprensa regular do governo.
As autoridades locais estão investigando como os animais foram infectados, mas não há planos para medidas em nível federal ou internacional, acrescentou o porta-voz.
A Alemanha e a União Europeia são oficialmente reconhecidas como livres da doença. Os últimos casos na Alemanha ocorreram em 1988, de acordo com o instituto de pesquisa de saúde animal FLI.
O FLI disse que a doença ocorre regularmente no Oriente Médio e na África, em muitos países asiáticos e em partes da América do Sul. Os produtos de origem animal importados ilegalmente desses países representam uma ameaça à agricultura europeia, afirmou.
(Reportagem de Miranda Murray e Friederike Heine)
0 comentário
Pecuária do MS se reinventa com produção orgânica e sustentável no Pantanal
Arroba de R$400 até o final do ano e para 2027 potencial de chegar aos R$470, projeta Agrifatto
Boi/Cepea: Maior valorização do boi gordo reduz diferencial frente ao magro
Alternativa para os antimicrobianos promotores de crescimento pode ser utilizada em todas as etapas da produção
Mercado do boi esfria, B3 e indicadores recuam, mas retomada das altas é questão de tempo
Filme “O Lugar Vazio” convida o pecuarista a ocupar seu lugar no debate sobre uso da terra