Café: mercado opera em baixa com indefinição de chuva

Publicado em 19/08/2014 13:00 e atualizado em 19/08/2014 13:46 604 exibições

O mercado de café arábica em Nova York (ICE Futures US) opera em forte queda nesta terça-feira (19). Por volta das 12h39 o contrato mais negociado, dezembro/14 opera com 188,25 centavos de dólar por libra-peso, com queda de 442 pontos. O vencimento março/15 opera em 192,55cents/libra-peso, negativo em 425 pontos. Os contratos com entregas em maio/15 e julho/15têm queda mais acentuada de 515 e 510 pontos, respectivamente, operando em 193,65 e 195,30cents/libra-peso.

A volta das chuvas ao Sul de Minas e interior de São Paulo tem feito o mercado acreditar em um cenário mais promissor para a safra 2015/16, já que o aumento da umidade poderia garantir o pagamento da florada minimizando as preocupações em relação a uma possível escassez de oferta.

No entanto, ainda não está nada definido e essa incerteza mantém a tendência de volatibilidadepara os preços nas próximas sessões.

A atual safra brasileira que neste momento caminhapara o final da colheita vem se consolidando em níveis menores que os esperados, mas a produção final ainda não foi confirmada, deixando o mercado indeciso. Segundo analistas, as cotações devem seguir voláteis até que números precisos sejam divulgados.

Além disso, os efeitos efetivos das floradas fora de época que vêm sendo registradas principalmente nos estados de São Paulo e Minas Gerais ainda não são conhecidos e acabam acentuando a falta de uma direção definida para as cotações.

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Por:
Jhonatas Simião
Fonte:
Notícias Agrícolas

1 comentário

  • amarildo josé sartóri vargem alta - ES

    Sobre esse artigo "Café: mercado opera em baixa com indefinição de chuva" e que está causando essa queda acentuada nas cotações de hoje, gostaria de esclarecimentos se os negócios que estão sendo realizados estão relacionados ao mercado físico ou são apenas inversões de posições...Isso caros produtores, pode fazer uma grande diferença e transmitir ao mercado uma falsa impressão, pelo que percebemos, os produtores não estão vendendo ou vendendo pouquíssimo de sua produção.

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