Café: Após quedas no último pregão, Nova York abre 3ª feira com estabilidade

A terça-feira (13) começou sem grandes mudanças para os preços no mercado futuro do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Future US). As condições do tempo no Brasil e situação das lavouras brasileiras continuam no radar de todo o setor, enquanto o produtor aguarda por chuvas na maior área produtora do país.
"As áreas de cultivo de café de Minas Gerais enfrentaram temperaturas acima da média e uma falta de chuvas significativas nos últimos cinco meses, o que esgotou os níveis de umidade do solo e os recursos hídricos para irrigação", voltou a destacar o site internacional Barchart em sua última análise.
Por volta das 09h10 (horário de Brasília), dezembro/20 tinha queda de 5 pontos, valendo 109,10 cents/lbp, março/21 tinha alta de 15 pontos, negociado por 111,65 cents/lbp, maio/21 tinha valorização de 15 pontos, negociado por 113,10 cents/lbp e julho/21 registrava queda de 10 pontos, valendo 114,30 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também iniciou o dia com operações técnicas. Novembro/20 tinha queda de US$ 12 por tonelada, valendo US$ 1221, janeiro/21 tinha queda de US$ 7 por tonelada, negociado por US$ 1248, março/21 registrava baixa de US$ 8 por tonelada, valendo US$ 1263 e maio/21 tinha baixa de US$ 9 por tonelada, negociado por US$ 1278.
0 comentário
Preços do café no Vietnã sobem em mercado com baixa atividade
Café solúvel do Brasil passa a ficar isento de tarifas dos EUA e garante exportações
Café abre em queda nas bolsas, mas mercado segue sustentado por oferta restrita e ritmo lento da safra brasileira
Exportação de café do Brasil pode saltar em 26/27, mas há desafios na qualidade, diz Cecafé
Café fecha com arábica estável e robusta em alta sustentado por oferta restrita no Brasil
Brasil exporta 38,5 mi de sacas de café na safra 2025/26, queda de 15,7% ante 2024/25