Café: Londres e Nova York operam com baixas técnicas para os principais contratos nesta 6ª feira

O mercado futuro do café arábica opera com desvalorização para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). As cotações dão continuidade ao movimento de baixa observado durante o último pregão.
Por volta das 12h25 (horário de Brasília), maio/21 tinha queda de 120 pontos, negociado por 128,75 cents/lbp, julho/21 registrava queda de 125 pontos, valendo 130,70 cents/lbp, setembro/21 tinha baixa de 130 pontos, negociado por 132,60 cents/lbp e dezembro/21 tinha queda de 125 pontos, valendo 134,70 cents/lbp.
Em Londres, o cenário também é de desvalorização para o conilon. Maio/21 tinha queda de US$ 9 por tonelada, valendo US$ 1377, julho/21 registrava queda de US$ 11 por tonelada, negociado por US$ 1400, setembro/21 tinha baixa de US$ 10 por tonelada, negociado por US$ 1422 e novembro/21 registrava baixa de US$ 16 por tonelada, negociado por US$ 1433.
Segundo a última análise publicada pelo site Barchart, além dos fatores externos, os preços do café seguem pressionados pelas condições climáticas na principal região produtora do país. "A Somar Meteorologia informou na segunda-feira que as chuvas da semana passada em Minas Gerais, a maior região produtora de arábica do Brasil, mediram 45,2 mm, ou 104% da média histórica", comentou. Vale destacar, no entanto, que as baixas para a safra 21 do Brasil já são dadas como certas, e que as chuvas dos últimos meses não recuperam os danos causados pela estiagem.
Do lado positivo dos preços, analistas destacam que os preços do café também têm o apoio de especulações de que a demanda por café vai melhorar à medida que o ritmo das vacinações se acelera e a pandemia recua, o que permitirá a reabertura de mais restaurantes e cafeterias. A perspectiva é baseada principalmente na vacinação nos Estados Unidos e na Inglaterra, importantes consumidores do café brasileiro.
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