Café começa semana com leves altas em Londres e Nova York

O mercado futuro do café arábica abriu a semana com variações técnicas para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Por volta das 09h18 (horário de Brasília), julho/21 tinha alta de 10 pontos, negociado por 145,10 cents/lbp, setembro/21 também registrava valorização de 10 pontos, valendo 147,05 cents/lbp, dezembro/21 tinha alta de 15 pontos, negociado por 149,75 cents/lbp e março/22 tinha valorização de 10 pontos, valendo 152 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também abriu a semana com altas técnicas. Julho/21 tinha alta de US$ 11 por tonelada, valendo US$ 1471, setembro/21 registrava valorização de US$ 10 por tonelada, negociado por US$ 1496, novembro/21 tinha alta de US$ 10 por tonelada, negociado por US$ 1513 e janeiro/22 tinha valorização de US$ 9 por tonelada, valendo US$ 1526.
Às 09h22 (horário de Brasília), o dólar registrava 0,59% de alta e era negociado por R$ 5,30 na venda. O dólar em alta tende a dar suporte de queda nas bolsas. "O dólar abriu a semana em alta contra o real, acompanhando o desempenho internacional da divisa norte-americana em segunda-feira marcada pela aversão a risco no exterior em meio a temores sobre a disseminação da Covid-19 e dados fracos da China", destacou a análise da agência Reuters.
Além disso, o mercado segue acompanhando as condições das lavouras brasileiras, além da vacinação da Covid-19, que gera uma expectativa de uma demanda mais aquecida para o café no segundo semestre.
0 comentário
Café sobe mais de 1% em NY nesta 6ª feira (25) com dólar fraco e cobertura de posições vendidas
Café sobe mais de 1% em Nova York e tenta recuperação após sequência de pressão
Café fecha em baixa em NY e Londres com safra recorde do Brasil reforçando pressão sobre preços
Conab: Produção de café é estimada em 67,6 milhões de sacas, influenciada por bienalidade positiva em 2026
Café tenta reação em NY, mas mercado já precifica safra brasileira que ainda precisa ser confirmada
Mercado do café segue volátil e sem tendência definida; cafeicultor deve focar nas oportunidades