Café: NY limita ganhos, mas mantém cotações no positivo nesta 4ª feira
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O mercado futuro do café arábica segue se recuperando das baixas registradas no último pregão na Bolsa de Nova York (ICE Future US). De acordo com analistas ouvidos pelo Notícias Agrícolas, apesar do último pregão, o cenário ainda é de preços firmes para o café, principalmente pelo baixo volume de chuva no parque cafeeiro do Brasil e as preocupações com a safra de 2022.
Por volta das 12h03 (horário de Brasília), setembro/21 tinha alta de 185 pontos, negociado por 150 cents/lbp, dezembro/21 tinha alta de 190 pontos, cotado a 153 cents/lbp, março/22 tinha valorização de 210 pontos, valendo 155,80 cents/lbp e maio/22 tinha alta de 185 pontos, negociado por 156,85 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o cenário é o mesmo e o conilon também registra valorização nesta quarta. Setembro/21 tinha alta de US$ 27 por tonelada, valendo US$ 1706, novembro/21 registrava valorização de US$ 19 por tonelada, cotado a US$ 1697, janeiro/22 tinha alta de US$ 19 por tonelada, valendo US$ 1690 e março/22 tinha alta de US$ 18 por tonelada, valendo US$ 1678.
Também neste horário, o dólar registrava alta de 0,94% e era cotado por R$ 5,26 na venda. O dólar em alta tende a dar suporte de queda nos preços na Bolsa. No último pregão, a alta expressiva da moeda ante ao real ajudou a pressionar as cotações não só do café, mas também das demais commodities agrícolas.
"O dólar era negociado entre estabilidade e leve queda contra o real logo após a abertura desta quarta-feira, depois de apresentar ganhos acentuados na véspera, enquanto investidores do mundo inteiro aguardavam a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve, em busca de pistas sobre o futuro da política monetária", destacou a agência de Notícias Reuters.
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