Café continua pressionado pelas chuvas e abre mais um pregão com desvalorização em NY
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O mercado futuro do café arábica segue ampliando as baixas para os principais contratos na manhã desta terça-feira (18) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). O café continua sendo pressionado pelas chuvas no Brasil, que desde a semana passada leva os preços no mercado futuro aos menores níveis dos últimos meses.
"Como já dissemos na sexta-feira, as boas chuvas neste mês de outubro e a divulgação, no final da terça-feira da semana passada, das exportações brasileiras de café no mês de setembro passado, criaram ambiente para os operadores derrubarem forte as cotações dos contratos de café na bolsa de NY. Facilitou a pressão baixista dos fundos e especuladores, a confusa situação da economia mundial, com inflação crescente, juros altos e ameaça de recessão", destacou a última análise do Escritório Carvalhaes.
Por volta das 08h42 (horário de Brasília), dezembro/22 tinha queda de 50 pontos, negociado por 195,05 cents/lbp, março/23 tinha baixa de 115 pontos, cotado por 190,20 cents/lbp, maio/23 tinha baixa de 110 pontos, valendo 187,90 cents/lbp e julho/23 tinha desvalorização de 100 pontos, valendo 186,30 cents/lbp.
Em Londres, o café conilon abriu com ajustes técnicos. Janeiro/23 tinha baixa de US$ 6 por tonelada, negociado por US$ 2039, março/23 tinha baixa de US$ 7 por tonelada, cotado por US$ 2015, maio/23 tinha baixa de US$ 9 por tonelada, negociado por US$ 2001 e julho/23 tinha baixa de US$ 9 por tonelada, cotado por US$ 2001.
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