Queda nos estoques da GCA limita baixas, mas café ainda opera na "corda bamba" em Nova York
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Depois de abrir o dia com desvalorização, o mercado futuro do café arábica passou a limitar as baixas, mas ainda tem queda nas principais referências no pregão desta terça-feira (18) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). O café continua sendo pressionado pelas chuvas no Brasil, que desde a semana passada leva os preços no mercado futuro aos menores níveis dos últimos meses.
As baixas, no entanto são limitadas pelo volume da Green Coffee Association (GCA), que teve baixa de 71.608 sacas de 60 quilos no final de setembro, para 6,37 milhões de sacas. Foi a primeira queda desde março para os dados que incluem tanto o café nos armazéns da bolsa ICE quanto os volumes mantidos por outros participantes do mercado nos portos dos EUA.
Por volta das 12h56 (horário de Brasília), dezembro/22 tinha alta de 110 pontos, negociado por 196,65 cents/lbp, março/23 tinha alta de 10 pontos, cotado por 191,45 cents/lbp, maio/23 tinha queda de 35 pontos, valendo 188,65 cents/lbp e julho/23 tinha queda de 35 pontos, valendo 186,95 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também mantém o dia com ajustes. Janeiro/23 tinha queda de US$ 11 por tonelada, negociado por US$ 2034, março/23 tinha baixa de U$S 11 por tonelada, cotado por US$ 2011, maio/23 tinha baixa de US$ 9 por tonelada, negociado por US$ 2001 e julho/23 tinha queda de US$ 12 por tonelada, valendo US$ 1994.
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