Café continua sentindo a pressão e recua forte em Nova York e Londres nesta 4ª feira
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O mercado futuro do café arábica segue estendendo as baixas para os principais contratos no pregão desta quarta-feira (26) na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
O mercado continua monitorando as previsões do tempo nas áreas de produção do Brasil. Se confirmadas, as chuvas podem trazer boas perspectivas para a safra de 2023, mas ainda, assim o cenário no Brasil é de cautela e o produtor quase não participa do mercdo.
Por volta das 12h57 (horário de Brasília), dezembro/22 tinha queda de 545 pontos, negociado por 215,50 cents/lbp, março/23 tinha baixa de 535 pontos, cotado por 213,50 cents/lbp, maio/23 tinha baixa de 210 pontos, cotado por 219,95 cents/lbp e julho/23 tinha queda de 180 pontos, valendo 221,20 cents/lbp.
Em Londres, a queda do conilon é ainda mais expressiva. Janeiro/23 tinha queda de US$ 73 por tonelada, negociado por US$ 1875, março/23 tinha baixa de US$ 69 por tonelada, valendo US$ 1864, maio/23 tinha baixa de US$ 65 por tonelada, cotado por US$ 1858 e julho/23 tinha queda de US$ 63 por tonelada, negociado por US$ 1856.
A recessão global também pressiona o mercado de café, que se preocupa com a demanda no mercado externo. As crises anteriores, no entanto, mostraram que o café se mostra resiliente, mas também indicam mudança no tipo de café. Segundo lideranças do setor, os cafés especiais, assim como na pandemia, podem sentir os impactos de forma mais expressiva.
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