FUNCAFÉ: cafeicultores brasileiros já podem acessar R$ 6,058 bilhões
As linhas totais de crédito para os financiamentos da produção e recuperação de cafezais danificados do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), já estão disponíveis pelas 37 instituições financeiras, entre bancos e cooperativas aptas para operar nesta temporada. Os extratos das contratações foram publicados no Diário Oficial da União (DOU).
Os cafeicultores brasileiros já podem acessar os R$ 6,058 bilhões do Fundo disponibilizados para esta safra 2022/2023.
Os agentes financeiros são: Banco ABC Brasil , Banco Bandes, Banco Banestes, Banco China Construction Bank S.A., Banco BNP Paribas Brasil, Banco Bradesco, Banco Regional do de Brasília - BRB, Caixa Econômica Federal, Banco Citibank S.A, Banco Cooperativo Sicoob S.A - Banco Sicoob, Banco Cooperativo Sicredi, Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais-BDMG, Banco do Brasil, Banco Fibra, Banco Inter S.A, Banco Itaú Unibanco S.A, Banco RaboBank, Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul - BRDE, Banco Ribeirão Preto, Banco Safra, Banco Santander Brasil, Banco BTG Pactual S.A, Banco Votorantin, CCLA de Carmo do Rio Claro-SICOOB CREDICARMO, Coop. De Crédito de Livre Adm. Da Região de Varginha - Sicoob Credivar, CCLA do Sudoeste de MG e Nordeste de SP- SICOOB AGROCREDI, CCLA da Região de Alpinópolis-SICOOB CREDIALP , CCLA de Patrocínio-SICOOB COOPACREDI, Cooperativa de Cred. Rural dos Prod. De Cana da Reg. de Guaranésia – SICOOB CREDINTER, Cooperativa Central de Crédito de Minas Gerais - SICOOB CENTRAL CREDIMINAS, Cooperativa Central de Crédito do Espírito Santo - SICOOB CENTRAL ESPÍRITO SANTO, Cooperativa de Crédito de Livre Admissão do Oeste Mineiro-SICOOB CREDICOPA, Desembahia- Agência de Fomento do Estado da Bahia, Coop. de Crédito de Livre Adm. da Região de Carmo do Paranaíba - Sicoob Credicarpa, Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo - SICOOB CREDICOM, Cooperativa Central de Crédito com Interação Solidária - CRESOL BASER e Cooperativa de Crédito Noroeste de Minas - SICOOB NOROESTE DE MINAS.
Os recursos são desembolsados pelo Funcafé conforme solicitação dos agentes financeiros. Dos R$ 6,058 bilhões contratados, já foram desembolsados às insistituições financeiras R$ 4,752 bilhões.
As linhas de crédito disponíveis são destinadas para os financiamentos dos tratos culturais da lavoura, armazenagem, comercialização e aquisição do produto, capital de giro para indústrias e cooperativas de produção, e ainda para recuperação de cafezais danificados por chuvas de granizo, geadas, vendavais ou outros fenômenos climáticos.
Os recursos disponíveis estão distribuídos nas seguintes linhas:
I – crédito de custeio: até R$ 1,57 bilhão
II – crédito de comercialização: até R$ 2,17 bilhões
III – Financiamento para Aquisição de Café (FAC): até R$ 1,38 bilhão
IV – crédito para capital de giro para indústrias de café solúvel e de torrefação de café e para cooperativa de produção: até R$ 775 milhões
V – crédito para recuperação de cafezais danificados: R$ 160 milhões
A taxa de juros do Funcafé para esta safra está limitada em 11%. A remuneração do Fundo foi estabelecida em 8%, mantendo a remuneração do agente financeiro em até 3%, sendo de livre negociação entre as partes.
0 comentário
Café dispara quase 4% em Nova York com riscos climáticos e físico sobe até 4,7% no Brasil
Café brasileiro bate recorde em leilão das lendas mundiais da ACE
CNC defende inclusão de todos os países produtores nos investimentos globais na cafeicultura
Fraudes no comércio de café e mercado consciente reforçam debate sobre defesa do consumidor no Espírito Santo
El Niño reforça a importância de proteger a planta: tecnologia de proteção solar da Synkka busca conforto para o cafeeiro e rentabilidade para o produtor
Café dispara mais de 3% em Nova York nesta 6ª feira (16) e volta a superar os US$ 3,05/lb