Café: Volatilidade esperada é confirmada e contratos recuam em NY e Londres
![]()
O mercado futuro do café arábica voltou a operar com desvalorização para os principais contratos no pregão desta quarta-feira (6) na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Operadores continuam vivendo um verdadeiro estresse diante das incertezas em relação à produção global de café. O El Niño já traz consequências para áreas de conilon e de arábica do Brasil, o que aumentam as preocupações.
"Os fundamentos não mudaram, continuam os mesmos. Os já conhecidos problemas climáticos no Brasil e nos demais países produtores, novas informações do USDA sobre frustação, mais uma vez, na safra colombiana", destacou a última análise do Escritório Carvalhaes.
Segundo analistas ouvidos pelo Notícias Agrícolas, a volatilidade continuará no mercado de café, mas o cenário é altista para os preços e o produtor precisa estar atento para não perder as boas oportunidades que possam surgir.
Por volta das 09h11 (horário de Brasília), março/24 tinha queda de 385 pontos, negociado por 177,70 cents/lbp, maio/24 tinha queda de 415 pontos, negociado por 177,25 cents/lbp, julho/24 tinha desvalorização de 395 pontos, valendo 178 cents/lbp e setembro/24 tinha baixa de 390 pontos, cotado por 179,15 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o tipo conilon também abriu com desvalorização. Março/24 tinha queda de US$ 16 por tonelada, negociado por US$ 2537, maio/24 tinha baixa de US$ 10 por tonelada, cotado por US$ 2503, julho/24 tinha queda de US$ 13 por tonelada, valendo US$ 2466 e setembro/24 tinha desvalorização de US$ 19 por tonelada, valendo US$ 2428.
0 comentário
Safra de café atrasa e umidade aumenta risco de doenças nas lavouras
Com chuvas preocupando para colheita, café continua subindo e tem mais de 1% de alta em NY
Colheita de café arábica chega a 27% na área de atuação da Expocacer
Setor de cafés especiais do Brasil pode obter US$ 252 milhões com ações na Europa
Funcafé tem juros definidos para a safra 2026/2027 e reforça apoio estratégico à cafeicultura brasileira
Colheita de café avança para 24,9% na área monitorada pela Cooxupé