Preços internos no Vietnã voltam a explodir e refletem nas bolsas; robusta avança quase 6%
![]()
As preocupações com a oferta mundial do grão e com as condições climáticas adversas em todas as origens produtoras, dão novo suporte de valorização para o preço do café nos terminais internacionais nesta quarta-feira (29).
Por volta das 12h29 (horário de Brasília), julho/24 tinha alta de 460 pontos, negociado por 235,55 cents/lbp, setembro/24 tinha alta de 425 pontos, cotado por 234,05 cents/lbp, dezembro/24 tinha valorização de 430 pontos, valendo 232,70 cents/lbp e março/25 tinha alta de 425 pontos, valendo 231,80 cents/lbp.
Em Londres, o robusta voltou a ganhar mais de US$ 200 por tonelada. Julho/24 tinha alta de US$ 208, negociado por US$ 4332, setembro/24 tinha alta de US$ 152 por tonelada, negociado por US$ 4177, janeiro/25 tinha alta de US$ 101 por tonelada, cotado por US$ 3911 e março/25 tinha valorização de US$ 82 por tonelada, valendo US$ 3798.
De acordo com Haroldo Bonfá, da Pharos Consultoria, o mercado segue nervoso com as preocupações com a oferta global de café. As notícias das condições de tempo adverso em outras origens produtoras ainda dão suporte de valorização. Além disso, os preços internos no Vietnã voltaram a explodir, trazendo mais um fator de alta para o mercado.
No Brasil, o setor monitora o avanço da colheita nas principais áreas e o produtor, apesar da valorização, segue trabalhando com estratégia, fechando negócio a medida que precisa fazer caixa, de acordo com analistas ouvidos pelo Notícias Agrícolas.
0 comentário
Todos os cafés do Brasil estão isentos das tarifas dos Estados Unidos
Mercado do café abre em alta nas bolsas internacionais após forte correção da véspera
Café encerra sessão desta quinta-feira em forte queda com pressão da colheita brasileira
Café amplia perdas nesta quinta-feira com avanço da colheita no Brasil e perspectiva de maior oferta global
Café abre a 5ª feira em queda nas bolsas e mercado acompanha clima
Café fecha em queda nas bolsas nesta 4ª feira com avanço da colheita no Brasil pressionando as cotações