Café: preços se recuperam das perdas iniciais e encerram 2ª feira (30) registrando ganhos moderados
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De acordo com o engenheiro agrônomo do Procafé, Alysson Fagundes, o mercado cafeeiro segue totalmente climático, "O aumento dos preços é pautado totalmente em chuva. Você olha a previsão do tempo, começa a aparecer chuva nas previsões, o preço cai. As chuvas desaparecem das previsões, o preço sobe", explicou o engenheiro.
O Barchart apontou que os preços do café inicialmente caíram nesta segunda-feira (30), pois há previsões de chuvas substanciais para a região de Minas Gerais no final desta semana, mas se recuperaram e subiram ao longo do dia devido às preocupações de que a chuva faria pouco para ajudar os cafeeiros já danificados pelas recentes temperaturas extremas, secas e quentes no Brasil.
O arábica encerra o pregão registrando alta de 110 pontos no valor de 270,25 cents/lbp no contrato de dezembro/24, um aumento de 105 pontos no valor de 267,95 cents/lbp no de março/25, e uma alta de 90 pontos no valor de 265,23 cents/lbp no de maio/25.
Já o robusta termina o dia com ganho de US$ 16 no valor de US$ 5.498/tonelada no vencimento de novembro/24, uma alta de US$ 22 no valor de US$ 5.225/tonelada no de janeiro/25, e uma alta de US$ 12 no valor de US$ 4.995/tonelada no de março/25.
Mercado Interno
No mercado físico brasileiro, os preços encerram a sessão com baixa e sem grandes variações.Especialistas do mercado do café continuam sinalizando aos produtores brasileiros que redobrem sua atenção às oportunidades de comercialização, garantindo que as mesmas sejam capturadas da melhor forma, com boas estratégias de comercialização, incluindo operações de hedge.
o Café Arábica Tipo 6 registra baixa de 1,32% no valor de R$ 1.590,00/saca em Poços de Caldas/MG, e baixa de 0,96% no valor de R$ 1.550,00/saca em Média Rio Grande do Sul.
Já o Cereja Descascado registra queda de 1,24% no valor de R$ 1.590,00/saca em Poços de Caldas/MG e aumento de 0,64% no valor de R$ 1.580,00/saca em Campos Gerais/MG.
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