Ibrafe: Primeira safra teria sido mais lucrativa para Feijão-preto
Mantemos todo o tempo aqui no IBRAFE a busca de alternativas de produção que maximizam o lucro do produtor. Por esta razão, temos defendido há 4 anos com insistência que não precisaríamos importar Feijão-preto e que poderíamos exportar. E isso está ocorrendo este ano. Porém, é preciso que as margens médias, em Feijões, sejam suficientes para que no próximo período os produtores voltem a plantar. O ganho que os produtores do Paraná poderiam ter conseguido, na exportação, seria pelo menos entre R$ 30 e R$ 50 por saco a mais se tivessem colhido na primeira safra. A janela para negócios poderia ter sido muito maior.
Com a colheita de Feijão-preto na segunda safra, tivemos reduzida a janela para trabalhar sem concorrências a apenas 1 mês antes da entrada da safra de Feijões da Argentina. Olhando para o custo segundo o DERAL do Paraná, o custo do produtor que produziu 34 sacas foi de R$ 182 por saco, agora nessa safra que está sendo colhida.
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