Feijão-preto: Paraná avança no plantio da segunda safra e preocupa o mercado
Os preços no início desta semana permanecem sem grandes novidades. A demanda nas origens não é suficiente para alterar os valores praticados. Relatórios de todas as regiões produtoras confirmam a mesma situação: não há Feijão-carioca de qualidade com cor acima de 8,5, limitando os preços em Minas Gerais a valores entre R$ 210 e R$ 220 para Feijões com nota 8,5.
No Paraná, o Feijão Sabiá já sai da roça depreciado devido ao escurecimento rápido, o que afasta os compradores das melhores marcas. Durante o Pulse Day em Guaíra, um comprador relatou que, no ano passado, empacotou essa variedade e, em apenas 15 dias, precisou recolher o produto do varejo por causa do escurecimento. Diante disso, a sugestão é que os produtores do Paraná considerem a nova cultivar Águia, do IDR, com escurecimento lento, ou as tradicionais variedades Dama e IAC 2051, que têm maior aceitação no mercado. Apesar disso, é importante lembrar que, do ponto de vista agronômico, o Sabiá apresenta diversas qualidades que também precisam ser levadas em conta na decisão do produtor.
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