Pintos de corte: quatro anos depois, recorde alcançado em 2015 ainda não foi superado
Mesmo tendo aumentado 6,5% em relação ao ano anterior, a produção brasileira de pintos de corte de 2019 correspondeu, apenas, ao maior volume produzido pelo setor nos últimos quatro anos. Ou seja: continua aquém do que foi registrado em 2015, ocasião em que se ultrapassou ligeiramente os 6,5 bilhões de cabeças, volume que permanece como recorde histórico.
Aliás, desde que entrou na faixa dos 6 bilhões, em 2011, a produção brasileira de pintos de corte não tem sofrido grandes variações anuais. A média produzida no período girou em torno de 6,260 bilhões de cabeças/ano, com variações máximas de 4% acima e abaixo desse volume. Bem diferente do observado em idêntico espaço de tempo anterior (2001/2009), ocasião em que o volume produzido registrou variações de quase um quarto (perto de 25%) acima e abaixo da média então observada.
Tal estabilidade deixa a impressão de que também a produção brasileira de carne de frango permanece sem maiores alterações no decorrer do tempo. Mas não é bem assim: a produtividade dos frangos em criação é continuamente crescente. E dados de campo levantados pelo IBGE junto a abatedouros que atuam sob algum tipo de inspeção (federal, estadual ou municipal) comprovam isso: entre 2011 e 2019 o peso médio dos frangos abatidos aumentou mais de 8%, índice que indica expansão média ligeiramente superior a 1% ao ano.
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