Carne de frango embarcada neste início de dezembro indica bom ritmo para encerrar o ano, diz analista

Publicado em 06/12/2021 16:08 49 exibições
Casos de influenza aviária que estão se espalhando por países da Ásia e Europa devem representar oportunidades de exportação da proteína brasileira em 2022

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De acordo com informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal, divulgadas nesta segunda-feira (6), as exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas na primeira semana de dezembro (três dias úteis), o preço pago pela tonelada da proteína segue bem acima do que o registrado no mesmo mês do ano passado.

Segundo o analista da SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, as exportações de carne de frango "seguem muito bem, e devem bater recorde este ano, superando 4,5 milhões de toneladas embarcadas". Para Iglesias, os casos de influenza aviária que vêm sendo registrados na Ásia e na Europa devem representar grandes oportunidades para a proteína brasileira em 2022.

A receita obtida com as exportações de de carne de frango por enquanto neste mês de dezembro, US$ 70.317,95, representa 14,21% do montante obtido em todo dezembro de 2020, que foi de US$ 494.692,387. No caso do volume embarcado, as 39.473,862 toneladas representam 11,25% do total exportado em dezembro do ano passado, quantia de 350.857,21 toneladas. 

O faturamento por média diária nesta primeira semana do mês, US$ 23.439,316, foi 4,24% maior do que dezembro do ano passado. Em comparação à semana anterior, houve recuo de 18,6%.

No caso das toneladas por média diária, foram 13.157,954, houve baixa de 17,49% no comparativo com o mesmo mês do ano passado. Quando comparado ao resultado para o quesito na semana anterior, observa-se queda de 18,2%.

Já o preço pago por tonelada, US$ 1.781,380 por enquanto neste mês de dezembro, é 26,34% superior ao praticado em dezembro passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa leve queda de 0,4%.

Por:
Letícia Guimarães
Fonte:
Notícias Agrícolas

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