Mercado firme propicia novo reajuste ao frango vivo de Minas Gerais
Ontem (12), em Minas Gerais, o frango vivo obteve o terceiro reajuste de preço do mês. A correção, novamente de cinco centavos como as duas anteriores, elevou a cotação do produto para R$6,45/kg, novo recorde nominal.
Agora, o frango vivo mineiro acumula alta de pouco mais de 2% em 30 dias e de 37% no ano, mas de apenas 9% em 12 meses. Ou seja: a alta variação neste ano é reflexo, tão somente, dos baixos preços registrados no início do presente exercício, os mais baixos de 2022.
Em São Paulo, depois do reajuste de 10 centavos na segunda-feira (11), a cotação do frango vivo permaneceu inalterada em R$6,10/kg. Mas o mercado é firme, como em Minas Gerais. E como as correções parecem ocorrer alternadamente– um dia Minas, outro dia São Paulo – fica a perspectiva de, nesta quarta-feira, ocorrerem novos ajustes no mercado paulista.
Mais do que desejável, é absolutamente necessário. Pois embora deva obter em julho valorização superior à da inflação mensal (por ora, o ganho em 30 dias é de 1,67%) e registre, à cotação atual, preço 22% superior ao do final de 2021, o frango vivo comercializado no interior paulista registra, em 12 meses, valorização de apenas 3,39%. E esse índice de aumento (assim como os 9,32% de Minas Gerais) se encontra a extrema distância da inflação anual.
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