Quinta-feira (1) termina com preços mistos, mas com poucas alterações para o mercado de suínos
![]()
O início do mês de setembro vem com preços mistos para o mercado de suínos, registrados no final desta quinta-feira (1), mas alterações mínimas. De acordo com análise do Cepea/Esalq, as vendas aquecidas e as consequentes valorizações do suíno vivo ao longo da primeira quinzena de agosto superaram os recuos dos preços observados na segunda metade do mês. Diante disso, a média mensal do animal negociado no mercado independente ficou acima da registrada em julho.
Nos últimos dias de agosto, os preços do vivo recuaram com certa força em praticamente todas as regiões acompanhadas pelo Cepea, refletindo o enfraquecimento da demanda por carne suína na ponta final, devido à descapitalização da maior parte da população.
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 127,00/R$ 133,00, assim como a carcaça especial, valendo R$ 9,40/R$ 9,90 o quilo.
No caso do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quarta-feira (31), houve leve alta de 0,14% em Minas Gerais, chegando em R$ 6,96/kg, e ligeira queda de 0,14% em São Paulo, atingindo R$ 7,14/kg. Ficaram estáveis os preços no Paraná (R$ 6,18/kg), no Rio Grande do Sul (R$ 6,35/kg), e em Santa Catarina (R$ 6,25/kg).
Nesta quinta-feira (1º de setembro), as bolsas de suínos para comercializar os animais no mercado independente mostraram diferenças entre as principais praças, entre queda, estabilidade ou até falta de acordo entre produtores e frigoríficos.
0 comentário
Frango/Cepea: Congelado e resfriado em SP têm maiores altas mensais desde 2022
Ovos/Cepea: Poder de compra do avicultor recua pelo terceiro mês consecutivo
Suínos/Cepea: Preços sobem pela primeira vez no ano
Carne bovina ganha competitividade em setembro, mas segue mais cara frente a frango e suíno
UE avaliza controle brasileiro de antimicrobianos em aves e mel e decisão abre nova frente de negociação para os bovinos
ABPA e APEXBRASIL projetam US$36,45 milhões em negócios na Expoalimentaria Peru