Arroz: Compradores seguem retraídos e cotações, pressionadas

Publicado em 21/11/2018 09:52
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Apesar do período de entressafra, as cotações do arroz em casca seguem pressionadas, refletindo a elevada disponibilidade interna – o excedente no mercado doméstico é um dos maiores dos últimos quatro anos – e o consumo enfraquecido. No entanto, conforme colaboradores do Cepea, a desvalorização foi limitada pelo bom ritmo das exportações, que neste ano (janeiro a outubro) já alcançaram quase o dobro do total embarcado no mesmo período de 2017. Do lado da demanda, indústrias estiveram ainda mais recuadas, dando preferência ao arroz depositado em seus armazéns. Além disso, compradores seguem retraídos, devido ao enfraquecimento das vendas do arroz beneficiado, principalmente nos últimos dois meses. De 13 a 20 de novembro, o Indicador ESALQ/SENAR-RS, 58% de grãos inteiros, registrou baixa de 2,3%, fechando a R$ 41,36/sc nessa terça-feira, 20. Na parcial de novembro (até o dia 20), a retração é de 4,63%. 

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Fonte: Cepea

1 comentário

  • claudio heleno cassol Dona Francisca - RS

    O PREÇO DO ARROZ EM CASCA NO RGS É UMA VERGONHA NACIONAL. NO ANO SAFRA DE 2002/2003 O PREÇO DE 50 KGS ERA DE R$ 40,00 (QUARENTA REAIS) a NÍVEL DE PRODUTOR RURAL. HOJE DIA 22 DE NOVEMBRO DE 2018 ESTAMOS COM COTAÇÃO NOS MESMOS R$ 40,00 REAIS e ainda descontam o FUNRURAL. afnal ESTÁ IGUALZINHO, TODOS TEMPÓ DO GOVERNO, FGC e TODAS AS PETRALHADAS. É UMA VERGONHOA, ESTAMOS TODOS ENDIVIDADOS,NOS PRODUTORES, POIS VÍNHAMOS FINANCIANDO, COMO AINDA ESTAMOS, FINANCIANDO E PAGANDO, AS MORDOMIAS DOS FUNCIONALISMOS PÚBLICOS, DE TODOS OS NÍVEIS. E PAGANDO OS JUROS USURÁRIOS E VERGONHOSSOS, PARA CAPTAR CUSTEIO RURAL, CHEGANDO A PAGAR ATÉ 3% AO MÊS, JUNTO AS COOPERATIVAS, PARA PODEREM NOS FORNECER, OS INSUMOS AGRÍCOLAS, NOS ÚLTIMOS 15 ANOS. POIS, JUROS BARATOS ERAM APENAS PARA FINANCIAR OS VOTOS COMPRADOS , DOS CHAMMADOS AGRICULTURA FAMILIARES. NÓS MÉDIOS PRODUTORES, SEMPRE FORMOS ALIJADOS DOS CRÉDITOS E TAMBÉM, ALIJADOS DE QUALQUER RENEGOCIAÇÃO DE DÉBITO RUAL, POIS, OS BANCOS E INCLUSIVE O BANCO DO BRASIL, DI]ZIAM QUE NÃO SÃO OBRIGADOS A RENEGOCIAR. ASSIM FOI MEU CASO, JUNTO AO BANCO DO BRASIL, QUE ATÉ HOJE NÃO CONSEGUI, RENEGOCIAR: Nem as as DÍVIDAS DO PLANO REAL, CHAMADA DE SECURITIZAÇÃO. QUE VERGONJHOSAMENTE O MALFADADO GOVERNO LULA ARAPUCA BRASIL, TRANSFORMOU MINHA DÍVIDA RUAL EM DÍVIDA FISCAL. O QUE TRIPLICOU OS VALORES . SEM EU TER PEGADO MAIS DINHEIRO DE CUSTEIO. ILEGAL, ANTIJURÍDICO, MAS O VERGONHOSO NESTE, CASO RURAL, STF QUALIFICOU, COMO QUE O GOVERNO FEDERAL, PODIA FAZER ESTA ILICITUDE JURÍDICA, TRANSFORMANDO CRÉDITO RUAL em DÍVIDA FISCAL. MAIS.....NÃO RECEBI AINDA DEVOLUÇÃO DO PLANO COLLOR, ONDE O BANCO DO BRASIL S/A, ME COBROU A MAIS 35% DO VALOR LEGAL. RENEGOCIERI E PAGAI, MAS AGORA NÃO QUEREM ME FORNECER OS CONTRATOS PARA EU PODER, REAVER, JUNTO A UNIÃO FEDERAL. É TUDOS UMA DITADURA FINANCERIA E DITADURA CIVIL PÚBLICA.QUE ESPERAMOS MUDAR COM O NOVO PRESIDENTE, CAPITÃO BOLSONARO JAIR MESSIAS. ONDE TENHO CERTEZA, VAI COMO ELE DIZ, VAI TIRAR O ESTADO SUGADOR E CORRUPTO, DE CIMA DOS QUE, PRODUZEM E TRABALHAM, PARA CRECIMENTO DA NASSA NAÇÃO BRASILEIRA. DIA 22.11.2018 SUBSCRITOR PRODUTOR, ECONOMISTA ADV CLAUDIO HELENO CASSOL.

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    • VILSON AMBROZICHAPADINHA - MA

      Nunca entendi como sobreviveram .

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    • VILSON AMBROZICHAPADINHA - MA

      O comércio do arroz é safado, este é o termo. Vcs não tem como se proteger...

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